Acordar, correr para pegar o ônibus, chegar ao trabalho ou faculdade; voltar pra casa, estudar, cuidar dos afazeres, enviar um e-mail, comer; lembrar que ainda não terminou de fazer todas as obrigações do dia, já é bem tarde e está na hora de dormir. Qual o valor do tempo em nossas vidas?
Em uma sociedade que é movida em função do tempo, ou da falta dele, nos passa despercebido que pequenas raspas de vigor físico e mental estão sendo tiradas de nós, seja quando atravessamos a rua ajeitando a mochila pensando em tudo que devemos fazer, ou quando mandamos uma mensagem no celular enquanto realizamos outras mil tarefas. Vivemos uma rotina que nos leva a agir mecanicamente e nos faz perder a sensibilidade em tudo aquilo que de fato gostamos. Essa mesma rotina nos faz perder nossas vidas e nem percebemos.
Os anos passam, a vida corre. Sempre ouvi a minha avó dizer: "o tempo não espera por ninguém". Parece que ela está certa, pois enquanto estamos preocupados com o trivial, o tempo corre impiedoso. A pergunta que deve ser feita, refletida e respondida é: somos nós que mandamos no tempo ou o tempo que manda em nós?
Penso que a resposta está em nossas escolhas. Se escolhemos destinar nossas vidas ao que realmente nos faz bem, aproveitaremos muito mais do que ela tem a nos proporcionar, pois mesmo em momentos caóticos - ninguém está ileso de vivenciar - é possível tirar proveito e experiências para o nosso crescimento, sendo assim, mandamos no tempo que corre ao nosso redor. Caso contrário, nossa vida vira um grande somatório de ciclos que nos desgastam e não nos levam a lugar algum. O tempo passa e nos leva com ele: para o fim.
Penso que a resposta está em nossas escolhas. Se escolhemos destinar nossas vidas ao que realmente nos faz bem, aproveitaremos muito mais do que ela tem a nos proporcionar, pois mesmo em momentos caóticos - ninguém está ileso de vivenciar - é possível tirar proveito e experiências para o nosso crescimento, sendo assim, mandamos no tempo que corre ao nosso redor. Caso contrário, nossa vida vira um grande somatório de ciclos que nos desgastam e não nos levam a lugar algum. O tempo passa e nos leva com ele: para o fim.


That's my girl.
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